Terrorismo independentista gallego, Resistencia Galega

Espacio dedicado a bandas residuales como el GRAPO o a terrorismos periféricos que no llegan a la entidad de ETA
kilo009
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Terrorismo independentista gallego, Resistencia Galega

Mensaje por kilo009 » 03 Feb 2007 13:19

Podría tener como base logística Portugal, ya que el pasado domingo se encontró, en el municipio de Vieira de Minho, 25 bombas de fabricación casera junto a propaganda de un grupo independentista gallego autodenominado Resistencia Galega.

Además, las bombas estaban listas para detonar, y se ha encontrado aluminio y clorato de potasio

Se cree que en Portugal se esconde el terrorista Antonio García Matos (Toñiño)

Resistencia Galega publicó el 20 de Noviembre de 2005 el denominado «Manifiesto da Resistencia Galega», un documento en el que asumían la autoría de diversos atentados cometidos en esta Comunidad en los últimos años.

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ba2 dijo:

es la primera vez que oigo hablar de este grupo pero tiene algo que ver con el "ejercito guerrillero del pueblo gallego libre" que fue desarticulado a finales de los 80 principios de los 90?

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KS dijo:

Entrevista a un miembro de Resistencia Galega:

http://www.andresmilleiro.info/entrevista_rg.pdf

Está en gallego (para algo pretende ser un terrorista gallego, digo yo) pero se entiende todo.

El fulano este un un tanto gilipollas porque se deja fotografiar media cara.

Un saludo,
KS
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kilo009
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Mensaje por kilo009 » 23 Mar 2007 17:50

Este acto no se le puede atribuir aún a ningún grupo, pero creo que el mejor lugar para ponerlo es el siguiente:

Un equipo de los Tedax ha realizado la explosión controlada de un paquete bomba hallado por unos trabajadores de la construcción en un chalé del municipio pontevedrés de Nigrán. El artefacto contenía material explosivo y metralla.

El artefacto casero se encontraba en el interior de una olla exprés. El obrero que la encontró leyó un cartel, escrito en gallego a ordenador, en el que ponía: "Perigo. Bomba"
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ba2
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Mensaje por ba2 » 23 Mar 2007 20:18

en mi opinion, es un suceso bastante extraño. me resulta raro que si un grupo, por muy pequeño y residual que sea, deje una bomba en medio de una urbanizacion, sin mas, sin un objetivo concreto. es una cosa muy rara...

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Mensaje por ZULU » 23 Mar 2007 20:25

¿Desviar atenciones?
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kilo009
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Mensaje por kilo009 » 10 May 2007 16:10

El GEDEX de la Guardia Civil realizó una explosión controlada en Cangas (Pontevedra):

-Era un explosivo configurado dentro de una oya exprés
-Había una nota firmada por el grupo terrorista Resistencia Galega.

El 19 de septiembre pasado la Policía localizó en Portugal un arsenal de este grupo compuesto de explosivos de factura artesanal, manuales para la fabricación de los mismos, escritos en portugués y español y propaganda.
Última edición por kilo009 el 15 Nov 2007 23:21, editado 1 vez en total.
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Mensaje por pagano » 10 May 2007 16:13

¿Tienes información sobre este grupúsculo?
Los anarquistas gallegos en los últimos tiempos están poniendo bombas caseras de una forma más o menos regular.

kilo009
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Mensaje por kilo009 » 10 May 2007 16:20

En el primer mensaje, bájate el .pdf que pone KS ( http://brasil.indymedia.org/media/2006/07//357875.pdf ), es la entrevista a un miembro de dicha organización... por el momento van muy flojos.

Un manifiesto, colgado en la red, el 20/07/05, por una persona que se hace llamar Resistencia Galega...

MANIFESTO POLA RESISTÊNCIA GALEGA

Falarmos de naçom galega significa fundamentalmente termos a vontade e a determinaçom colectiva para fazermos valer o nosso direito a existir como povo, sem ingerências nem dependências, preservando e orgulhando-nos da nossa identidade.

Somos naçom na medida que pelejamos, para sermos o que queremos ser, nem mais nem menos, e alimentamos com factos e nom só com palavras e bons desejos a existência de umha subjectividade colectiva, formada por cidadaos e cidadas livres numha Galiza soberana que constrói geraçom trás geraçom umha urdime e tradiçom de luita.

As cidadás e cidadaos galegos, o povo galego, nom somos um conceito abstracto, um ente metafísico constituído por inspiraçom divina. A identidade nacional forja-se sempre num tempo histórico e num espaço territorial em presença de catalisadores sócio-económicos, políticos e ambientais.

Quando aceitamos com resignaçom que as nossas filhas e os nossos filhos se espanholizem e imbecilizem nas escolas e licéus, quando acatamos resignadamente que se desmantele a nossa economia produtiva e agrária, fazendo-nos mais dependentes; quando aceitamos como umha plaga bíblica que o nosso País se queime todos os anos, se converta numha gigante granja de eucaliptos e moínhos de ferro e periodicamente a nossa riqueza produtiva e ambiental seja arrassada por marés negras, quando aceitamos passivamente que se especule com o chao e grande parte do território se converta num deserto povoacional; quando aceitamos impassivelmente que se expoliem os nossos recursos energéticos; quando aceitamos que as trabalhadoras e trabalhadores galegos, artífices de toda
a riqueza social que desfrutamos, continuem privados da propriedade dos meios de produçom e das decisons político-económicas que se tomam no País; quando aceitamos que boa parte da nossa mocidade trabalhadora fuja à emigraçom; quando aceitamos [email protected] que as intituiçons de poder espanholas nos imponham vassalagens, réguas, pautas e valores, verdades e mentiras? quando aceitamos resignadamente todas estas cousas estamos renunciando a sermos cidadaos livres, povo galego; renunciamos a exercer como naçom.

Nom imos descobrir agora aqui a situaçom actual do nosso País. É sabido por quase todas e todos o paradoxo de que nunca como hoje houvo tanta informaçom e um acesso tam veloz à mesma e, pola contra, nunca tam ameaçada estivo a nossa capacidade volitiva. A normalidade democrática espanhola é um facto histórico que administra a nossa morte como naçom, impedindo que as necessidades se convertam em realidades, frustrando historicamente o desejo e a necessidade de soberania através da retórica, o burocratismo, a legalidade imposta e o happening. Ou se redobram neste tempo de crise nacional prolongada as políticas de resistência a esta indolência, a esta agonia doce, a esta consumiçom quase pracenteira que vive umha parte do nosso Povo ou, como diz o refrám, tarde piamos.

Nom vamos dogmatizar sobre que políticas de resistência som as boas e quais as más. Fazê-lo seria incorrecto e empobreceria o tipo de respostas que exige umha situaçom política e social complexa num processo aberto de libertaçom nacional e social como o nosso. A resistência cultural, a resistência económica, a resistência estritamente política e a resistência ilegal, num sentido amplo, som todas pertinentes e necessárias. Aqueles e aquelas que se encham a boca com condenas, com absolutismos, com dogmatizaçons estéreis em torno aos métodos de luita e as formas de resistência, já for para desprezar as intervençons culturais e sócio-políticas ou para anatemizar as acçons ilegais e/ou de violência política, estám fanando irresponsavelmente as possibilidades de luita e condenando o nosso País ao fatalismo e à frustraçom eterna.

Chegou a hora de que o nacionalismo galego, com todas as suas famílias e subfamílias, grupos e subgrupos, compreenda que nengumha forma de resistência é anuladora das outras. Só desde umha análise dogmática da complexidade social e patrimonializadora da actividade política se pode desejar ver ao nosso povo desarmado material e subjectivamente.

Na Galiza, desde 1974, umha parte do nacionalismo galego compreendeu a necessidade de implementar formas de resistência nacional de carácter ilegal e de violência política ante um marco jurídico-político fechado e dogmático que impossibilita a voz soberana para a nossa naçom. O universalmente proclamado direito de autodeterminaçom dos povos é negado expressamente na constiuiçom espanhola. O Estado espanhol negando à Galiza a decisom sobre o seu próprio futuro nega um dos elementos primários de qualquer relaçom política democrática. E os direitos políticos básicos, a democracia política, nom se esmolam. Conquistam-se.

Nom é possível falar de democracia para Galiza no entanto nom se satisfazerem as mínimas condiçons de liberdades e direitos básicos: as que passam polo reconhecimento explícito da autodeterminaçom e pola plena potestade para erguermos um outro modelo social alicerçado nos interesses e necessidades das maiorias trabalhadoras.

O independentismo galego entendeu sempre esta necessidade de implementar formas de intervençom política ilegal como parte de um universo político e social muito mais amplo. Este independentismo entende que o exercício da violência política em si mesma nom outorga credenciais de nada, nem converte quem a a pratica em mais puro ou mais nacionalista. Ora bem, tampouco podemos deixar de reconhecer que @s militantes nacionalistas que se implicam nesta forma de resistência som também umha referência política importante. Poderíamos dar mil razons para soster esta asseveraçom, mas avonda com reconhecer a enorme importáncia que tem fazer-lhe frente aos demonhos paralisantes num povo treinado desde muito cedo baixo as armas da repressom e a alienaçom na obediência e o
escapismo.

A história da violência política nacionalista na Galiza passou por duas grandes etapas. De 1974 a 1993 e de 1995 até hoje. Estes últimos dez anos, de maneira paralela à edificaçom de um novo processo político, fomos partícipes e testemunhas de novas formas de intervençom, de reformulaçons tácticas e estratégicas e da incorporaçom e concatenaçom por primeira vez na nossa Terra de até três geraçons de combatentes no mesmo processo. É um orgulho poder dizer que a chama independentista, em todas as suas frentes, continua viva, e que sabe rir-se desde a acçom e para a acçom das directrizes de submetimento espanholas e do triste nacionalismo de museu de tantos estrategas da mediocridade e a renúncia.

Desde 1995 assistimos a umha nova resistência galega que utiliza a violência política como umha arma mais de combate no processo de libertaçom nacional e social. Neste tempo instituiçons bancárias, transnacionais, empresas espoliadoras de recuros energéticos, forças de ocupaçom, projectos e empresas vencelhadas à turistificaçom, obras públicas agressivas com a Terra, meios de comunicaçom ao serviço do Estado, partidos políticos espanholistas, empresas escravagistas, imobiliárias? fôrom objecto de algum tipo de castigo popular independentista e pugérom em causa o mito da docilidade galega.

Umha resistência sem nomes, nem siglas, nem postas em cena organolépticas. Umha resistência anónima, como o sofrimento de milhares de [email protected] [email protected], [email protected], [email protected] e [email protected] Umha resistência que se exprime através das suas acçons e que se dispom a impedir que os verdugos desta Terra dormam tranquilos. A resistência galega actual nom se amolda a formas rígidas impostas por qualquer dogma ideológico ou militança convencional, esforçando-se por descobrir na prática do combate os caminhos que vinculem as necessidades mais sentidas do nosso Povo.

Na nova resistência galega ilegal há lugar para [email protected], para todas as modalidades de intervençom e todas as variáveis organizativas, sempre e quando forem respeitados os interesses e a saúde do povo trabalhador galego. De dia ou de noite, individual ou colectivamente, com meios tecnológicos ou elementos primários, com explicaçons públicas ou sem elas, [email protected] em estruturas estáveis ou desde a raiva, o conflito ou os ataques ocasionais, os inimigos da Galiza devem ser fustigados em todo lugar e circunstáncia. Ninguém debe agardar a que o chamem à porta, nem delegar responsabilidades. Se algo demonstrou a nova resistência galega ao longo destes últimos dez anos é que os meios nunca som um impedimento irressolúvel se há vontade de luitar e reservas de imaginaçom
e criatividade.

A nova resistência galega está apreendendo a esquecer os protagonismos, tanto pessoais como organizativos; nom acredita em vacas sagradas e santuários, nem em mitos mortos ou vivos? O relevante nom é quem bate senom em quem se bate. O relevante nom é quem organiza nem o grau de organizaçom, senom o certeiro das acçons e o afortalamento da luita. A resistência galega é já um incipiente fenómeno social, medrando com cada acçom levada a cabo no País, para converter-se num rio fecundo. Assinala ante o Povo os inimigos irreconciliáveis da Galiza e a natureza radical e ilegítima da opressom.

Desde aqui fazemos um chamamento a [email protected] @s nacionalistas [email protected] a somar-se à resistência galega com a sua força, imaginaçom e determinaçom.


VIVA A RESISTÊNCIA GALEGA
VIVA GALIZA CEIVE E SOCIALISTA
ANTES [email protected] QUE [email protected]


Además, lee los comentarios siguientes:
http://www.midiaindependente.org/eo/red ... 3584.shtml

En relación con el arsenal encontrado:
http://www.lukor.com/not-mun/europa/0609/19182714.htm
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Mensaje por Vidocq » 23 May 2007 16:17

Silencio ante el aumento el terrorismo independentista en Galicia, que va a más desde que mandan PSOE-BNG

Hay una cortina de silencio cómplice con la proliferación de actos de terrorismo independentista en Galicia, que van a más sin que nadie diga nada, entre la indiferencia de los medios de comunicación y el mirar a otro lado de los políticos.

cuentan que los incidentes violentos –en realidad, actos terroristas- protagonizados por independentistas se han incrementado desde la llegada a la Xunta de la coalición PSOE-BNG. El último hecho fue la bomba colocada en un polígono industrial de Lugo el pasado martes, día 15. Dato muy relevante: el artefacto estaba dirigido contra una constructora cuyo dueño fue político del Partido Popular.

Que se sepa, no se han escuchado palabras de condena de parte de Touriño, ni de Anxo Quintana, mucho más cuando no pocas juventudes del BNG se mezclan con ese tipo radicales. Un extraño caso de silencio a pesar de que la bomba estuvo colocada frente a un supermercado y pudo ocasionar “graves daños impredecibles” de no haber sido desactiva por los Tedax.

La reivindicación de la bomba apareció escrita en gallego-lusista, a pesar de lo cual los medios de comunicación han obviado la palabra “independentistas gallegos” al referirse a los autores del atentado. Muchos han preferido hablar de “unos desconocidos”, cuando ese idioma inexistente únicamente es utilizado por los independentistas.
Nam et ipsa scientia potestas est

silk
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Mensaje por silk » 24 Jul 2007 20:01

¿Independentistas? El sueño de esos "independentistas" es depender de Portugal.

Todo viene del "Reintegracionismo" que pide la disolución del gallego en el Portugués, y su movimiento político pide la independencia con la boca pequeña y el acercamiento de Galicia a Portugal.

Link a la revista "Portugaliza"

http://www.agal-gz.org/portugaliza/

Pertenece al movimiento reintegracionista "AGAL"
http://www.agal-gz.org/

Si entrais en el foro de AGAL (hay que registrarse) vereis a docenas de portugueses jaleando a los gallegos para que se separan de "Castela" y se reintegren a Portugal.


Imagen

Notese que la parte de Galicia también incluye a parte de Asturias y León, pero el resto de España está sepada por una raya continua y de Portugal por una discontinua.
De momento, aprendiendo

silk
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Mensaje por silk » 24 Jul 2007 20:27

Eso sí, en Portugal el nacionalismo que no sea portugués, está taxativamente prohibido.

http://es.wikipedia.org/wiki/Movimiento ... n_Portugal
De momento, aprendiendo

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